Índice de títulos


Ano Internacional da Química

  • 1. Química: cores e formas

    abril 6, 2011 – abril 6, 2011

    Oficina para estudantes de pós-graduação e graduação em geral

    (vagas limitadas)

    Horário: 15h00 - 17h30

    • Profa. Dra. Maria Helena Roxo Beltran
    • Profa. Dra. Lais dos Santos Pinto Trindade
    • Profa. Ms. Sonia Tonetto

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 2. História da Química e Ensino: Construindo Interfaces

    abril 6, 2011 – abril 6, 2011

    Oficina para professores

    (vagas limitadas)

    Horário: 15h:00 - 17h:30

    • Profa. Dra. Maria Helena Roxo Beltran
    • Profa. Dra. Lais dos Santos Pinto Trindade

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 3. Imagens da química (Primeira oficina com professores)

    abril 6, 2011 – abril 6, 2011

    Oficina aberta para público em geral

    (vagas limitadas)

    Horário: 16h30 - 17h30

    • Prof. Ms Nelson Orlando Beltran

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marques de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 4. Retortas alquímicas na ciência do Seiscentos

    abril 6, 2011 – abril 6, 2011

    Palestra

    Horário: 18h30

    • Profa. Dra. Ana Maria Alfonso-Goldfarb

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111.

    Consolação - São Paulo - SP

  • 5. A arte da destilação

    maio 4, 2011 – maio 4, 2011

    Oficina para estudantes de pós-graduação e graduação em geral

    (vagas limitadas)

    Horário: 15h00 - 17h30

    • Profa. Dra. Maria Helena Roxo Beltran
    • Profa. Dra. Lais dos Santos Pinto Trindade
    • Profa. Ms. Sonia Tonetto

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 6. História da Química em sala de aula: a tabela periódica

    maio 4, 2011 – maio 4, 2011

    Oficina para professores

    (vagas limitadas)

    Horário: 15h:00 - 17h:30

    • Profa. Dra. Maria Helena Roxo Beltran
    • Profa. Dra. Lais dos Santos Pinto Trindade

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 7. Química das tintas na histórica

    maio 4, 2011 – maio 4, 2011

    Oficina aberta para público em geral

    (vagas limitadas)

    Horário: 15h00 - 17h30

    • Profa. Ms Regiane A. Caire da Silva

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marques de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 8. Química e Sociedade

    maio 4, 2011 – maio 4, 2011

    Palestra

    Horário: 17h40

    • Prof. Dr. Alfredo Maiorano

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111.

    Consolação - São Paulo - SP

  • 9. Ideias químicas em debate

    junho 1, 2011 – junho 1, 2011

    Oficina para estudantes de pós-graduação e graduação em geral

    (vagas limitadas)

    Horário: 15h00 - 17h30

    • Profa. Dra. Maria Helena Roxo Beltran
    • Profa. Dra. Lais dos Santos Pinto Trindade
    • Profa. Ms. Sonia Tonetto

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 10. Ensinando Química em outros tempos

    junho 1, 2011 – junho 1, 2011

    Oficina para professores

    (vagas limitadas)

    Horário: 15h:00 - 17h:30

    • Profa. Dra. Maria Helena Roxo Beltran
    • Profa. Dra. Lais dos Santos Pinto Trindade

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 11. Alquimia, sonho e imaginação

    junho 1, 2011 – junho 1, 2011

    Oficina aberta para público em geral

    (vagas limitadas)

    Horário: 15h00 - 17h30

    • Prof. Diogo Calazans

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marques de Paranaguá, 111

    Consolação - São Paulo - SP

  • 12. As origens da química

    junho 1, 2011 – junho 1, 2011

    Palestra

    Horário: 17h40

    • Profa. Dra. Maria Helena Roxo Beltran

     

    PUCSP - Campus Consolação

    Rua Marquês de Paranaguá, 111.

    Consolação - São Paulo - SP

Jornada de História da Ciência e Ensino: Propostas, Tendências e Construção de Interfaces

21, 22 3 23 de Julho 2011

  • A história do surgimento da física moderna através de experimentos

    julho 23, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este workshop só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Este workshop apresenta uma seqüência de atividades experimentais que permitem apresentar aos educadores novas práticas pedagógicas voltadas à formação de indivíduos com uma cultura tecnológica e científica adaptada à realidade do mundo atual. Existem vários aspectos que devem ser considerados na formação de um educador do século XXI. Dentre eles está o conhecimento da Ciência desenvolvida no século XX. A questão da introdução de Física Moderna e Contemporânea no Ensino Médio tem sido abordada por muitos pesquisadores na área de ensino, visto que o seu entendimento aparece como uma necessidade para compreender os fenômenos ligados a situações vividas pelos estudantes seja de origem natural ou de origem tecnológica. A metodologia adotada no workshop está fundamentada em técnicas experimentais e interdisciplinares, respeitando a realidade educacional de cada escola, permitindo, estimular, enriquecer e aprimorar a relação educador-estudantes- comunidade com vistas a um crescimento profissional do educador e melhoria da qualidade de ensino de ciência. Abordaremos tópicos sobre o surgimento da Física Moderna, dentro de uma concepção histórica experimental, permitindo ao educador um maior domínio dos aspectos tecnológicos que atualmente nos rodeia e procuraremos dar condições ao educador de construir e criar recursos didáticos que possam ser aplicados em sala de aula.

  • Ensino de física e formação cultural

    julho 23, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este workshop só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    A educação transmite algo da cultura, algo que propicia uma acessibilidade à cultura. A Física foi se estabelecendo ao longo dos séculos como obra cultural e de caráter universal, uma forma humana de pensar e interpretar a natureza que oferece uma visão geral e única do mundo – a cosmovisão científica - com uma lógica de explicação dos fenômenos naturais, em oposição à “lógica” da visão mágica do mundo. Neste trabalho se buscará caracterizar o ensino de Física na sua relação com a cultura: o que da educação científica poderia contribuir para a formação cultural de uma pessoa. A Física, que se caracterizou por construir uma descrição quantitativa dos fatos naturais, e cunhou uma marca de objetividade no modo de analisar o mundo natural, tem muitas manifestações culturais: nas artes plásticas, na literatura, na ficção e divulgação científicas, na linguagem corriqueira sob forma de analogias etc. O mais fundamental disso talvez esteja relacionado com o desenvolvimento da mente, que é possível de ser alcançado na aprendizagem de Física, não no que tange à mera transmissão dos conhecimentos específicos, mas no sentido associado às formas culturais, que resultam tanto do desenvolvimento da imaginação presente nas suas especulações e criações, como da forma linear e dedutiva de seus raciocínios e aplicações. Este é o ponto principal que será trazido à baila.

  • O contágio infeccioso: uma viagem pelo tempo

    julho 23, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este workshop só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Este workshop terá por objetivo apresentar a maneira pela qual o contágio infeccioso é compreendido ao longo dos tempos. Tal apresentação será realizada à luz da Historia da Ciência que é estudada contemplando-se suas três esferas de conhecimento: 1- historiografia, 2- contexto social e 3- epistemologia. Iniciaremos este trabalho mostrando como, na antiguidade, o contágio era compreendido apresentando um debate sobre o conceito de miasmas em Hipócrates. Passaremos para a idade medieval usando como estudo de caso o surgimento da sífilis e o modo pelo qual foi encarada e tratada neste período. A última fase está dedicada à época moderna, com os trabalhos de Pasteur. Finalmente procuraremos debater como, atualmente, o contágio é compreendido e ensinado nos cursos de ensino fundamental e médio. Para dar conta desta discussão utilizaremos como fontes documentos em e para a História da Ciência assim como o material didático oficial utilizado na atualidade.

  • A Combustão da Vela e os Trabalhos de Priestley, Scheele e Lavoisier

    julho 23, 2011 – julho 23, 2011

    VAGAS ESGOTADAS****************

     

    CAROS PROFESSORES,

    SOLICITAMOS QUE CONSULTE A SECRETARIA NO DIA DO EVENTO A RESPEITO DE POSSÍVEIS VAGAS, EM VIRTUDE DE DESISTÊNCIA, PARA ESTE WORKSHOP

    ***********************************************

    O clássico experimento de observação de uma vela continua a ser adotado como atividade para se “compreender” o “método científico” e como a Ciência funciona.  Ao ingressarem nos cursos de Química, uma das primeiras atividades experimentais dos acadêmicos é a de “observar” e “elaborar uma longa lista de características” da vela e, a partir daí “formular hipóteses” sobre seu funcionamento, procurando testá-las.  Além de abordar um suposto “método” que, de fato, não existe, na forma como é conduzido, o experimento não serve a nenhum propósito científico.  Sugerimos aqui utilizar o experimento da vela em outro contexto, qual seja, debater três hipóteses explicativas para a combustão da vela, a saber, aquelas feitas por Priestley, Scheele e por Lavoisier, na segunda metade do século XVIII.  Os dois primeiros propuseram explicações flogistonistas para a combustão, enquanto que o terceiro esboçou a teoria da combustão pelo oxigênio.  Ao final, será debatido o status epistemológico de suas teorias segundo os pressupostos de Thomas Kuhn, bem como a dificuldade existente em se estabelecer a qual deles pode-se atribuir a “descoberta” do oxigênio.

  • Imagens da Química

    julho 23, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este workshop só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Nesta oficina serão apresentados, discutidos e analisados resultados de projeto desenvolvido por professores e estudantes do ensino médio, visando traçar estratégias de ação para mudar a imagem estigmatizada e estereotipada da química na opinião pública.

  • A utilização de fontes históricas primárias em sala de aula

    julho 23, 2011 – julho 23, 2011

    WORKSHOP FOI CANCELADO *********

     

    CAROS PROFESSORES,

    O PROFESSOR RESPONSÁVEL POR ESTE WORKSHOP NÃO PODERÁ COMPARECER AO EVENTO.


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    A inserção da História da Ciência no Ensino de Ciências já há algum tempo tem sido alvo de discussões, tendo em vista as possíveis contribuições que esta inserção pode trazer para o processo educacional. Vários trabalhos, publicados no Brasil e no exterior, têm apontado a importância, o papel, justificativas e possibilidades para a aproximação entre História da Ciência e o Ensino de Ciências em todos os níveis educacionais.      A partir de pesquisas anteriores percebemos que os alunos apresentam algumas dificuldades de leitura e de entendimento das traduções. Sendo assim, iniciamos uma investigação em que pretendemos mapear estas dificuldades e sugerir elementos que possam ser inseridos nos textos traduzidos a fim de minimizá-las, auxiliando, desta forma, na leitura e no entendimento do material histórico. No workshop discutiremos os aspectos positivos e negativos da utilização de fontes históricas primárias em sala de aula. Utilizaremos como exemplo o texto “Notas sobre a pilha de Volta” de Jean-Baptiste Biot (1774 - 1862) e Félix Savart (1791- 1841).

  • História da Cartografia: salinas, lagoas, mudança climática e complexidade

    julho 23, 2011 – julho 23, 2011

    WORKSHOP FOI CANCELADO *********

     

    CAROS PROFESSORES,

    O PROFESSOR RESPONSÁVEL POR ESTE WORKSHOP NÃO PODERÁ COMPARECER AO EVENTO.


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    Como podemos perceber a mudança climática local a partir de evidências locais e regionais? Mapas elaborados nos séculos XVIII e XIX informam sobre as condições ambientais da região de San Luis no período colonial (área hoje situada na região central da Argentina). Ao interpretar esses mapas com base em informações atuais, descobrem-se evidências de flutuação climática ocorrida nos últimos 200 anos. Isso traz ideias múltiplas e diversificadas sobre mudança climática global.

    Os elementos históricos identificados podem ser comparados com características ambientais de outros domínios climáticos. A título de exemplo, a Salina de Bebedero é comparada com “salinas e lagoas” do Pantanal para discutir as dinâmicas sistêmicas que conduzem à formação do ambiente terrestre atual.

  • Produzindo Tabletes Matemáticos Cuneiformes

    julho 23, 2011 – julho 23, 2011

    VAGAS ESGOTADAS****************

     

    CAROS PROFESSORES,

    SOLICITAMOS QUE CONSULTE A SECRETARIA NO DIA DO EVENTO A RESPEITO DE POSSÍVEIS VAGAS, EM VIRTUDE DE DESISTÊNCIA, PARA ESTE WORKSHOP

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    Por mais de três milênios, tabletes de argila serviram como o principal meio de escrita na Mesopotâmia. A escrita cuneiforme desenvolveu-se a partir de um sistema de representação pictográfico e manteve-se plenamente funcional desde meados do terceiro milênio A.E.C. até fins do século I E.C. Há hoje centenas de milhares de tabletes cuneiformes que podem ser estudados em museus e universidades de todo o mundo.

    Os participantes desta oficina aprenderão, através de uma exposição ricamente ilustrada, como era realizado o ensino de matemática dos jovens escribas no período babilônico antigo. Na parte prática, serão convidados a produzir seus próprios tabletes cuneiformes, ganhando um entendimento maior dessa prática que constituiu a escrita mais antiga da humanidade.

  • História das Ciências no Brasil em sala de aula

    julho 22, 2011 – julho 22, 2011

    VAGAS ESGOTADAS****************

     

    CAROS PROFESSORES,

    SOLICITAMOS QUE CONSULTE A SECRETARIA NO DIA DO EVENTO A RESPEITO DE POSSÍVEIS VAGAS, EM VIRTUDE DE DESISTÊNCIA, PARA ESTE WORKSHOP

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    Apresentação, realização e discussão de atividades envolvendo a utilização de textos de história das ciências no Brasil no ensino de conteúdos específicos. Serão abordados aspectos didáticos e metodológicos relacionados ao desenvolvimento de conceitos, habilidades e competências, explorando as contribuições da história da ciência no Brasil visando não só a compreensão dos processos de modernização da sociedade brasileira, como também explorar as relações estabelecidas entre ciência e cultura, comparando-as com a de outros países e assim procurar rever as imagens do país: de um lugar onde não havia produção de ciência antes da criação das universidades na década de 1930, fadado à imitação, e onde o fluxo de idéias possuiria mão única, para ver o Brasil como um lugar de produção de conhecimento e reflexão.

  • Entes matemáticos mobilizados na construção e uso de um instrumento de medida do século XVI

    julho 22, 2011 – julho 22, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este workshop só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    O objetivo do minicurso é desenvolver uma das atividades resultantes de reflexões e discussões promovidas pelo grupo HEEMa (grupo de estudo e pesquisa em História e Epistemologia na Educação Matemática) que tem trabalhado na construção de uma interface entre história e ensino de matemática. Neste workshop, buscaremos discutir as potencialidades didático/pedagógicas que podem ser abordadas por meio da construção e da utilização do báculo descrito na obra Del modo di misurare, publicado em 1564, por Cosimo de Bartoli (1503-1572)

  • A historia da física nos últimos 100 anos

    julho 22, 2011 – julho 22, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este workshop só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    A partir de leituras de caráter histórico-científico e de sua discussão, propõe-se estudar o desenvolvimento da física, especialmente durante os últimos cem anos, ao acompanhar experimentos e proposições teóricas, assim como identificar contextos sociais que influenciaram e foram influenciados
    por esse desenvolvimento científico. Ao lado do histórico de como emergiram a física quântica e a relativista, desde a investigação das radiações ionizantes, dos átomos e seus núcleos, será buscada uma visão de como novas percepções do espaço-tempo e das forças fundamentais da natureza contribuíram para a cosmologia contemporânea. A participação dos alunos na condução e avaliação das aulas, assim como na elaboração de uma proposta didática (monografia) tem como objetivo preparar os futuros professores para a prática profissional do ensino da física moderna e de sua história. As aulas incluem uma exposição inicial breve, de até 15 minutos, com caráter de síntese e preparação para a discussão, não reproduzindo o texto. A monografia é o planejamento de disciplina, mini-curso, projeto educativo, mostra em museu ou outra atividade formativa, para promover o ensino da física moderna fazendo uso de elementos de sua história.

  • História da química e ensino: construindo interfaces

    julho 22, 2011 – julho 22, 2011

    VAGAS ESGOTADAS****************

     

    CAROS PROFESSORES,

    SOLICITAMOS QUE CONSULTE A SECRETARIA NO DIA DO EVENTO A RESPEITO DE POSSÍVEIS VAGAS, EM VIRTUDE DE DESISTÊNCIA, PARA ESTE MINICURSO

    ***********************************************

    Nesta oficina serão apresentadas possibilidades da construção de interfaces entre história da química e ensino a partir de reflexões sobre as tendências historiográficas em história da ciência e as tendências pedagógicas que se manifestaram no Brasil. Em seguida os participantes analisarão textos, identificando a forma de interface entre história da química e ensino proposta pelos autores.

  • Explorando a história da ciência por meio de produções cinematográficas

    julho 22, 2011 – julho 22, 2011

    VAGAS ESGOTADAS****************

     

    CAROS PROFESSORES,

    SOLICITAMOS QUE CONSULTE A SECRETARIA NO DIA DO EVENTO A RESPEITO DE POSSÍVEIS VAGAS, EM VIRTUDE DE DESISTÊNCIA, PARA ESTE WORKSHOP

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    As produções cinematográficas vêm sendo empregadas como recurso metodológico nos diversos níveis de ensino, possibilitando ao professor explorar de maneira dinâmica e interativa o processo de ensino e aprendizagem de conhecimentos científicos. O emprego de filmes comercias pode ser uma experiência riquíssima, principalmente considerando que trabalhar com esses recursos suscita a necessidade de aguçar em si e em seus alunos um olhar crítico sobre aspectos sociais, históricos e culturais. Neste contexto, pode-se afirmar que o cinema enquanto recurso pedagógico contribui para o processo de ensino-aprendizagem em todos os campos do conhecimento, inclusive na abordagem sobre temas relacionados à história da ciência. Conhecer as potencialidades e as restrições do filme escolhido é o primeiro passo para que se possa possibilitar a construção do conhecimento utilizando o cinema como ferramenta pedagógica. Nesta proposta apresentamos sugestões para explorar o filme O óleo de Lorenzo, dando enfoque ao contexto histórico de surgimento da ALD, uma doença relacionada a uma herança genética recessiva, sendo considerada naquela época, nova e rara. Além de explorar conhecimentos relacionados à genética sugerimos também a abordagem de conhecimentos químicos, a partir do estudo das propriedades do carbono na formação de cadeias longas e produção dos ácidos oléico e eurícico.

  • A interdisciplinaridade em sala de aula: a literatura infantil de Monteiro Lobato como instrumento de ensino das ciência

    julho 22, 2011 – julho 22, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este workshop só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Este workshop, a partir da análise da obra O Poço do Visconde, visa a explorar a possibilidade de se estabelecer interface entre literatura e ciência, de modo a demonstrar que o trabalho com a literatura em sala de aula é fonte de construção de conhecimento. O trabalho será realizado à luz da contextualização das condições que propiciaram o surgimento do Sítio do pica-pau amarelo, considerando-se (ou em que pese) a extrema importância do momento histórico para educação do país.

  • Textos matemáticos históricos: possibilidades pedagógicas

    julho 22, 2011 – julho 22, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este workshop só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Nosso intento, nesse workshop, é recorrer à história com finalidades diretamente relacionadas com nossa prática pedagógica. Uma delas é criar problemas que possibilitem emergir discussões sobre dúvidas freqüentes de nossos alunos. Tais problemas não são obrigatoriamente os mesmos que os encontrados na História da Matemática, mas recriações deles. Outra finalidade é discutir procedimentos diferentes daqueles que possuem certa hegemonia no ensino atual de Matemática. Uma terceira é analisar os fundamentos de conceitos, procedimentos, métodos e representações e de seu ensino. Para alcançar nossas finalidades, tomaremos como base textos matemáticos dos séculos I a IV de nossa era e os transformaremos em atividades de ensino, de modo a analisar as potencialidades e os limites de tal processo.

  • Textos e experimentos da História da Ciência em Sala de aula - O estudo sobre as Teorias da Evolução

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Temática de debate em qualquer nível de ensino que envolva as Ciências da Vida, a discussão e os estudos das teorias sobre a Evolução sempre resultam em uma ampla participação dos alunos. Entre as teorias privilegiadas nestes estudos temos as de Lamarck e Darwin. Porém, o que encontramos nos livros didáticos muitas vezes é uma visão distorcida da utilização dos trabalhos realizados por cada um no desenvolvimento de suas pesquisas. O conhecimento apresentado, e não a sua construção, é colocado aos alunos geralmente como uma ideia acabada, sem um caminho percorrido. Com o objetivo de ampliar os debates sobre o tema, buscamos a utilização de textos e experimentos, propondo uma discussão acerca das teorias de Lamarck e Darwin. A utilização da História da Ciência pode servir de instrumento para o professor levar o aluno a pensar sobre as teorias da evolução dentro de um contexto histórico e científico diferente do atual, evitando assim a ideia de "certo" e "errado" muitas vezes presentes nas conclusões apresentadas pelos alunos.

  • Construindo representações da natureza e das artes: imagens e conhecimentos

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Neste mini-curso serão analisadas imagens que pretendiam transmitir conhecimentos sobre a natureza e as artes de forma clara, bem como imagens que se propunham oculta-los. Serão abordadas desde as técnicas artísticas empregadas em sua elaboração até algumas formas propostas para sua interpretação. Assim, o primeiro encontro focalizará relações envolvidas no projeto, na confecção e na interpretação de imagens; o segundo será dedicado a explorar técnicas e misturas de pigmentos e aglutinantes empregadas na produção de imagens artísticas ao longo dos séculos nos mais diversos suportes, bem como equipamentos e aparatos que auxiliam no estudo e na construção da imagem; o terceiro encontro abordará alguns aspectos do uso da imagem como instrumento de decodificação do texto verbal e como a arte visual na Europa moderna, que já a partir do Renascimento, veio em auxílio do texto através da imagem e seu potencial de comunicação influenciando, assim, a investigação e a descrição da natureza.

  • Galileu e a Bíblia

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    O "caso Galileu" ficou, para bem ou para mal, gravado na história das relações da ciência com as instâncias doutrinais e disciplinares da Igreja Católica de maneira quase indelével. O núcleo do problema estava na compatibilidade ou não do sistema copernicano com o texto da Bíblia. Das duas uma: ou se atribuía a esse sistema um valor apenas operacional e, então, ele não entrava em conflito com os textos bíblicos, cuja letra afirma a imobilidade da terra e a mobilidade do sol; ou, por outra, sustentava-se que o sistema de Copérnico não tinha apenas um valor operacional, mas descrevia a estrutura física do universo e, neste caso, seria preciso propor uma leitura dos textos da Bíblia em questão distinta da costumeira na época e pura e simplesmente literal. Dentre os documentos que registram o, assim denominado "caso Galileu", há um grupo de cartas do próprio Galileu em que este expõe e justifica sua adesão ao sistema copernicano como uma apresentação da estrutura real do universo e propõe uma leitura dos textos bíblicos que não se restringe ao que soam as palavras. Esta postura, não sendo, então, aceita pelas instâncias doutrinais e disciplinares da Igreja Católica, teve como consequência a condenação do sistema de Copérnico pelo Santo Ofício (1616) e, mais tarde (1633), acabou ocasionando um processo diretamente contra Galileu. O mini-curso proposto pretende fazer um exame deste grupo de cartas de Galileu, disponível em tradução em português: Galileu Galilei, Ciência e fé. São Paulo: Ed. Unesp, 2009 (Obs: O professor responsável pelo curso dispõe de alguns exemplares do livro citado e poderá fornecê-lo aos inscritos no curso a preço de venda diretamente pela Editora).

  • As ciências no Brasil: séculos XVIII-XX

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Serão tratados neste mini-curso aspectos das ciências relativos a diferentes áreas do conhecimento, através de interfaces entre ciência e literatura, medicina e direito, gastronomia e ciências da saúde, além de parâmetros econômicos e ciência, buscando sempre estabelecer vínculos entre os conceitos e os períodos em que foram elaborados.

  • Dissecando a matéria entre os séculos XVIII-XX

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    O mini-curso abordará tópicos sobre a composição da matéria e sua transformação desde as idéias alquímicas/químicas ainda presentes no século XVIII até as novas descobertas dos Raios X, que trouxeram profundas modificações na forma de pensar a matéria, no século XX. Tratará, ainda, do modelo atômico de Dalton, que viria a consolidar, no século XIX as mais importantes noções da chamada Revolução Química.

  • Interfaces entre História da Ciência e Literatura

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Neste mini-curso serão enfocadas três, dentre outras possíveis interfaces entre História da Ciência e Literatura. São elas:
    1- A antiga sátira menipéia e a moderna ficção científica.
    2- Os quatro humores cardinais hipocráticos e a presente concepção de humor (como dito ou gesto jocoso).
    3- O aforismo latino prodesse et delectare (i. é, ensinar e deleitar) e o teatro catequizador de José de Anchieta (1534-1597)

  • História das Teorias Atômicas

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    VAGAS ESGOTADAS****************

     

    CAROS PROFESSORES,

    SOLICITAMOS QUE CONSULTE A SECRETARIA NO DIA DO EVENTO A RESPEITO DE POSSÍVEIS VAGAS, EM VIRTUDE DE DESISTÊNCIA, PARA ESTE MINICURSO

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    Este minicurso abordará processos de mudança das teorias atômicas. Devido à amplitude e complexidade envolvida, desenvolveremos apenas discussões produzidas a partir do período Moderno.
    No primeiro encontro, trataremos da teoria atômica de John Dalton. Discutiremos três pontos essenciais: O que levou Dalton a pensar em átomos? O que o motivou a cogitar os pesos atômicos? Como ele estabeleceu "experimentalmente" os pesos dos átomos? Além dessas três questões, também faremos algumas considerações sobre o modelo de Dalton e como ele é abordado nos livros didáticos.
    No segundo encontro, discutiremos investigações que levaram a produção do modelo atômico de J. J. Thomson. Destacaremos a importância da eletricidade e da química para a construção deste modelo. Apontaremos também equívocos relacionados ao modelo de Thomson ensinado em escolas e universidades.
    No terceiro encontro resgataremos as pesquisas de Ernest Rutherford sobre os desvios causados pelas partículas alfa ao atravessarem a matéria, fato que levou a elaboração do modelo atômico nuclear, mesmo sabendo que tal modelo era incoerente com a Mecânica Clássica. Serão utilizados como fonte de dados os artigos de Rutherford, especialmente o clássico artigo de 1911, e de cientistas contemporâneos que corroboraram seus estudos. Discutiremos também possibilidades de incorporação de tais estudos em atividades de ensino.

  • Instrumento de magia e de ciência: o telescópio e a magia natural

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Neste minicurso buscaremos apresentar a explicação do funcionamento do telescópio segundo a perspectiva da magia natural de Giambattista della Porta (1535-1615). Abordaremos a concepção de óptica, como área de conhecimento da magia natural, e de aparatos, ou instrumentos, de magia e de ciência no século XVI.

  • A psicanálise como ciência

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Jacques Lacan (1901-1981) psicanalista francês, autor de fundamental importância para a difusão da psicanálise no mundo será revisitado neste curso. Ele é responsável pelo movimento de "retorno a Freud" promovido na França nos anos 50 e 60 do século passado e representa uma tendência que defende a vocação cientifica da psicanálise.
    Objetivo deste curso é o de recuperar no texto lacaniano "A ciência e a verdade" alguns argumentos apresentados por Lacan para sustentar a hipótese da psicanálise como ciência e questioná-los desde a perspectiva da História da Ciência.
    Cada aula terá como foco principal responder as seguintes perguntas: Qual o contexto no qual o texto foi apresentado? Quais são os principais interlocutores de Lacan apresentados no texto? Que conseqüências para a psicanálise na atualidade estão diretamente relacionadas a este debate?

  • História da Tecnologia e Narrativas Tecnológicas: As narrativas da resistência

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Este minicurso procurará analisar as interações entre história da tecnologia e narrativas tecnológicas, focando especificamente as narrativas da resistência. Nossa análise se baseará em uma visão contextualista da tecnologia e de suas representações. Esta visão considera que as tecnologias, ao mesmo tempo em que são formadas pelas preocupações da sociedade, transformam o mundo ao seu redor, possibilitando, assim como outras "formas de cultura material, tornar visível, tangível, objetual as relações sociais e culturais nelas presentes".
    As narrativas tecnológicas ressaltam a dependência ou inevitabilidade do surgimento de uma nova formação social devido a uma nova tecnologia ou conjunto de transformações tecnológicas. Deste modo, apesar de serem baseadas no "impacto" dos aspectos materiais sobre a sociedade, ela geralmente desencarna, desmaterializa os artefatos, ao despreocupar-se dos detalhes técnicos e de sua contextualização. O que pretendem é "articular um entendimento comum das tecnologias" em certo momento da sociedade, constituindo-se em uma ponte entre "história social e ficção".
    Nosso objetivo será analisar as contra-narrativas ou narrativas da resistência às narrativas tecnológicas hegemônicas, aquelas que procuram "resistir ou reimaginar a mudança tecnológica, procurando basear a identidade não nas máquinas mas em outros artefatos culturais ou valores". Nos deteremos durante o curso em algumas narrativas da resistência, que permearam o período entre 1930 e 1945, especialmente as anarquistas e comunistas.

  • Documentos do século XVI e a Classificação das Ciências no Renascimento

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

    Matrículas encerradas

    Caro professor, a matrícula para este minicurso só poderá ser feita na secretaria do evento, sala 20, prédio II.

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    Iremos estudar alguns aspectos de documentos do século XVI ligados ao conhecimento da matemática, incluindo aqui a geometria e a aritmética, da música e da ótica. Durante o século XVI várias destas ciências passavam por um processo de questionamento sobre suas naturezas. Veremos de que forma as classificações das ciências conhecidas no medievo, como as propostas por Tomás de Aquino, Robert Grosseteste, Duns Scot, Guilherme de Ockham e Roger Bacon, foram absorvidas nos tratados do XVI. Tentaremos identificar em que medida os autores destes tratados quinhentistas utilizaram-se destas classificações, quais foram as fontes utilizadas por eles, de que maneira a descoberta de novas obras e traduções interferiram nestas classificações e como se deu a síntese de todo este material

     

  • III Jornada de História da Ciência e Ensino 2011

    julho 21, 2011 – julho 23, 2011

Workshops em História da Ciência

  • Tópicos da Química na Arte:“A química das tintas: aglutinantes e pigmentos nas técnicas artísticas”

    outubro 29, 2010 – outubro 29, 2010

    Horário: 14h:00 - 16h:00

    O objetivo desse workshop é  apresentar a química dentro das artes na composição básica das tintas de pintura utilizadas na representação da imagem desde a Antiguidade até os dias de hoje. Os diferentes  suportes, os pigmentos orgânicos e minerais, os  aglutinantes e a respectiva técnica de pintura.

    Com a  industrialização no século XX,  o que  facilitou a  aquisição  da tinta pronta, sentimos  falta de saber  como são feitas, para que servem e seus resultados.

     

    CERTIFICADOS

    Baixe seu certificado:

    Alessandra Caterina Sekircoff Stona

    Andresa Priscila Dias Silverio

    Anibal Pinto

    Eduardo Roberto Prando

    Margarida Adelaide Costa

    Sueli Maria de Oliveira Takahashi

     

  • Tópicos da História da Ciência: “Imagens Alquímicas”

    setembro 24, 2010 – setembro 24, 2010

    Clique aqui para baixar seu certificado


    Horário: 14h:00 - 16h:00

    O objetivo deste workshop é apresentar um estudo sobre as imagens alquímicas presentes no manuscrito Splendor Solis com ênfase na teoria Mercúrio – Enxofre.

     

    Local: PUC-SP: Campus Consolação
    Rua Marquês de Paranaguá, 111
    Consolação - São Paulo - SP
    CEP: 01303-050

     

  • A teoria dos indivisíveis: uma contribuição do padre Bonaventura Cavalieri

    agosto 27, 2010 – agosto 27, 2010

    Clique aqui para baixar seu certificado

     

    Horário: 14h:00 - 16h:00

    A discussão sobre os indivisíveis, levantada por Cavalieri, de forma alguma, pode ser considerada novidade para a época (século XVII), visto que a idéia vinha sendo discutida por diversos pensadores desde a Grécia antiga.

    Bonaventura Cavalieri estabelece um método prático para a utilização dos indivisíveis sem se posicionar frente aos conceitos filosóficos e religiosos do século XVII. A teoria dos indivisíveis também está presente em outros trabalhos da época, mas é no trabalho de Bonaventura Cavalieri que aparece a originalidade, pois não toma posição sobre a composição do contínuo e se contenta com uma ligação indireta entre o contínuo e os átomos de grandeza, deixando indeterminada a ligação entre os indivisíveis e as grandezas.

    Bonaventura Cavalieri estabeleceu maneiras de usar a idéia dos indivisíveis na efetuação de cálculos matemáticos, sem dizer exatamente o que eram os indivisíveis.

Escola de Inverno em História da Ciência

Com o objetivo de ajudar a esclarecer sobre a especificidade dessa área de conhecimento, essa escola procurará estreitar o diálogo entre historiadores da ciência, educadores, educandos e potenciais interessados, apresentando a História da Ciência e algumas de suas interfaces. Esta escola propõe-se a contribuir para a formação de docentes de nível fundamental, médio e superior, propiciando reflexões mais aprofundadas sobre sua área de conhecimento e atuação.

  • Escola de Inverno em História da Ciência 2010

    julho 26, 2010 – julho 29, 2010

    Este evento tem por objetivo explicitar não só o que é, mas também como e porque a história da ciência é feita, de modo a apresentá-la como área de conhecimento com contornos definidos. Ao contrário do que comumente é difundido entre o público em geral, a História da Ciência não pode ser considerada um grande guarda-chuva constituído por todo e qualquer trabalho referente à ciência, que incluiria desde catálogos à divulgação científica e ficção científicas até ensaios ligeiros e repletos de opiniões. Embora quase sempre pautada em boas intenções, essa visão tem ajudado a promover todo tipo de confusões e arrivismos, valorizando mais um texto ensaístico do que os textos, em geral, complicados da História da Ciência.

    As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.

    As inscrições podem ser feitas por meio do link "Inscrição".

    Posteriormente, entre os dias 19 e 22 de julho, será solicitado a todos os inscritos a confirmação de presença.

    Certificados:

    Comissão Organizadora

    Comissão Científica

    Certificado Palestrante

    Certificado Participante